Citrino

Concierge de Valor Agregado

Há decisões que ninguém deveria tomar sozinho.

Sucessão, estrutura, a próxima geração, o próprio negócio. A casa está nessa mesa porque já enxerga o patrimônio inteiro, e porque não tem agenda própria nele.

Valor agregadoO que é da geração

O que não é do mês. É da geração.

Sucessão é o assunto que mais se adia e o que menos se resolve com documento. Envolve quem decide depois, sob que regra, e o que acontece com a participação no negócio. A casa participa do desenho e da implementação, e é a parte do trabalho em que enxergar o patrimônio inteiro pesa mais.

Governança familiar é o que dá forma a isso: fóruns, critérios, o que se decide em conjunto e o que não se decide. A estrutura tributária, no Brasil e cross-border, é consequência técnica dessas escolhas, nunca o ponto de partida.

A preparação de quem vem depois é o item mais delicado da lista e o único sem prazo. Também é onde a casa costuma ser mais útil, porque conversa com a geração seguinte sem o histórico que um pai carrega.

Filantropia entra quando a família decide transformar patrimônio em legado, e a casa participa do desenho, da execução e do acompanhamento. Um desses trabalhos é público porque a família quis que fosse: os Prêmios Duda Ermírio de Moraes, criados em 2019, reconhecem empreendedores e iniciativas de impacto, em parceria com o Insper e o AC Camargo Câncer Center.

Brain powerAcesso ao time

E quem ainda conduz o negócio principal ganha outra coisa.

Entre os sócios da casa há quem operou empresa, quem estruturou capital, quem gere portfólio e quem fecha balanço. Para a família que segue à frente da própria operação, isso significa ter essa mesa disponível quando quiser: uma segunda leitura de quem já esteve do outro lado da decisão.

Não é consultoria contratada, com escopo e entregável. É acesso às pessoas da casa, que já estão dentro do assunto porque cuidam do patrimônio da mesma família.

EstruturaPonto de contato

E a casa também assume a mesa telefônica.

Porque já está dentro dos assuntos da família, ela passa a ser o ponto de contato único com contadores, advogados, bancos, seguradoras e prestadores, acompanhando prazos, documentação e o que ficou pendente com quem.

A declaração de abril. O DCBE. O câmbio que precisa fechar. A ata que ninguém acha. O prestador que não responde.

Nada disso é difícil isoladamente. O que cansa é ser a pessoa que costura tudo. Quando esse alguém é o dono do patrimônio, o custo não é financeiro. É atenção.

EscopoTrês frentes

O que sai da mesa da família.

O cliente é sempre a pessoa e a sua família. Nas famílias que a casa atende, essas pessoas também são acionistas de grupos empresariais, e a participação é um ativo delas como qualquer outro.

Pessoal e financeiro

Imposto de renda, DCBE e a interface com o contador. Consolidação de contas no Brasil e no exterior, estruturas e fundos offshore, câmbio, contratos e pagamentos. Também os ativos que não são financeiros: veículos, obras de arte, aeronaves, seguros residenciais e de vida.

Imóveis

Análise de viabilidade, assessoria jurídica e diligência, negociação com incorporadoras e corretores, estruturação societária do veículo de aquisição. E a papelada que sobrevive à compra: matrículas, contratos, obrigações recorrentes e o arquivo que ninguém encontra quando precisa.

Participações e holdings

A estrutura por onde a família detém as participações: controle societário, acordos de acionistas, atas de distribuição de dividendos e a reorganização da estrutura quando ela já não serve ao que a família se tornou. O que é do acionista entra. O dia a dia da operação segue com quem a opera.

A lista não se esgota aqui, e não deveria. O escopo é definido com cada família.

Se a família quiser, a casa monta e gere um time dedicado exclusivamente a ela.